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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

TEMPO DE AGRADECER!

Rosa Mares dos Santos

Técnica de Biblioteca/SB-UEL

   
Quando mais um ano chega ao final, mais nos voltamos para o novo que está chegando, repleto de expectativa de que seja um ano bom e, muitas vezes, nos esquecemos de agradecer as coisas boas que aconteceram conosco no ano que passou.
 Se pensarmos bem, sempre exigimos coisas boas: ter uma vida boa, saúde, dinheiro, amor… Estamos tão acostumados a pedir que muitas vezes nos esquecemos de agradecer tudo o que temos, o que aprendemos e o que conquistamos ao longo do ano. 
É maravilhoso agradecer o ano que passou!
Fazer uma reavaliação de tudo que ocorreu em nossas vidas nestes doze meses e ver que tudo foi aprendizado, nos tornando seres humanos melhores. Ao final do ano, temos muitos motivos para agradecer… pois, se caímos durante o percurso, também nos levantamos… Se choramos, também sorrimos… se perdermos, muito mais ganhamos, porque temos a oportunidade abençoada de recomeçar a cada amanhecer.
Cada um e a todos que fizeram, valer seus esforços no trabalho, na companhia dos colegas de trabalho de bom humor ou não. É a convivência do dia-a-dia, passamos a conhecer melhor a cada um mesmo no silêncio ensinam que há tempo pra tudo…
Nossos caminhos são feitos pelos nossos próprios passos, mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco! Ao reavaliar o percurso que foi feito e pensar no ano novo que se aproxima, constatamos que, a cada dia, com cada decisão, com cada gesto e cada  atitude vamos construindo a nossa história sem que ela possa ser refeita. Por isso, devemos concentrar nossas energias em processos construtivos, pois a vida não tem rascunho, se ceifarmos coisas boas, teremos boa colheita!
    Que a esperança e o amor estejam dentro de cada um de nós, para um Ano Novo muito melhor… Que as diferenças não justifiquem problemas, mas que mostrem soluções diferentes. Que nesse ano, a força seja das boas palavras, e que as palavras sejam ouvidas, que o poder não derrube paredes sobre as pessoas, mas que destrua barreiras entre elas.
Assim, convido a todos a agradecer a Deus pelo ano que está passando, por tudo que aprendemos e acreditamos… Vamos agradecer por estarmos recomeçando e entrando em um Novo Ano… Com certeza, Deus está olhando por cada um de nós.
  Que tenhamos nossos corações sempre aquecidos pelo respeito, pela admiração, pela amizade, pois quando queremos muito alguma coisa, “até o universo conspira a nosso favor”.
    Deixo para vocês William Shakespeare: “O tempo é algo que não volta atrás. Por isso plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores…”

Boas festas!



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

SNBU – O EVENTO QUE CHEGOU À “MAIORIDADE”

Izabel Maria de Aguiar
Maria Aparecida dos Santos Letrari

Bibliotecárias do Sistema de Bibliotecas da UEL

O Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU), em sua 18ª edição, foi promovido pelo Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais (SB/UFMG). O evento aconteceu de 16 a 21 de novembro, no Minascentro, o mais tradicional endereço de eventos de Belo Horizonte.  Sediado em uma bela e imponente edificação em estilo neoclássico (1926), na região central de Belo Horizonte, o evento reuniu renomados conferencistas como Peter Burke, da Universidade de Cambridge, Juan Carlos Molina, da Universidade de Granada, Waldomiro de Castro Santos Vergueiro da Universidade de São Paulo (USP) entre outros destaques nacionais e internacionais.
Wellington Marçal de Carvalho, presidente do SNBU 2014 e diretor do Sistema de Bibliotecas (SB/UFMG) destacou que, este ano, o evento chegou à “maioridade”, na décima oitava edição e, por isso, possui um desafio ainda maior. “O SNBU relembra o papel de cada um de nós, a partir do nosso campo de atuação em bibliotecas e áreas afins, no sentido de deslocar a realidade do nosso país em direção à prevalência de uma urdidura social mais justa e igualitária”, afirmou Wellington.
Com o tema “Bibliotecas Universitárias e o Acesso Público à Informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão”, o Seminário, que teve a participação de 1.700 pessoas do país e exterior, trouxe reflexões sobre o novo papel das bibliotecas e dos profissionais da informação diante da produção contemporânea do conhecimento e do olhar da sociedade civil. Destacou a importância da informação no contexto social em função da edição de vários dispositivos legais, dentre os quais a Lei de Acesso a Informação.
Podemos dizer aos profissionais que participar de eventos não é um bom negócio, é um super negócio! Parece até bobagem investir tempo e dinheiro para participar de um evento cujo tema você já está cansado de ouvir, mas é aí que você descobre que ainda não sabe tudo. A experiência de trocar informações com outras pessoas pode ser muito mais rica e o evento torna-se espaço de reflexão e debate, seja ele em qualquer área do conhecimento.
Além disso, por meio de vários stands, o profissional que pensa no futuro e quer fazer a diferença sempre fica sabendo de algo que será lançado, ou mesmo pode fazer parte de testes das novas tecnologias e tendências do mercado.
Tudo está cada vez mais moderno, alguns hoje só trocam informações nas redes sociais, twitter ou mesmo dizem “me localiza no Facebook”, mas não importa a forma, o principal fator é o ponto de contato que foi estabelecido. 
Participar de conferências, seminários, palestras, workshops alarga a visão, agrega conhecimento e amplia a sua rede de contatos. Eventos são ótimos locais para se fazer contatos, conhecer pessoas, trocar informações, que até hoje são muito importantes como “cartões de visita”. Aproveitem!


















segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O BIBLIOTECÁRIO E A HABILIDADE DE APRENDER A APREENDER

Regiane Alvarenga
Bibliotecária Bolsista do Sistema de Bibliotecas/UEL

Percebe-se uma relevância da informação em todas as áreas de atuação do conhecimento. No cotidiano de um bibliotecário não é diferente, cada vez mais surgem novas informações e novas fontes de informação, decorrência do crescimento e desenvolvimento exponencial das tecnologias de informação e comunicação (TIC), diversificando as formas de busca, acesso e uso da informação.
Esta nova realidade vem provocando modificações substanciais na forma de articulação do profissional bibliotecário, fazendo com que assuma habilidades informacionais necessárias, a fim de realizar a busca e a seleção da informação de forma eficiente. Quando as possui de forma eficaz, temos a chamada competência em informação.
A competência em informação refere-se à junção de habilidades, estratégias de busca, uso e avaliação da informação, que estão diretamente relacionadas ao aprender a apreender no decorrer da vida, ou seja, aprender a apreender de forma a ser capaz de usar e dominar as ferramentas de informação levando a uma mudança individual e social. É muito importante que os bibliotecários tenham essas habilidades desenvolvidas, pois por meio delas se tornam profissionais críticos e independentes.
Determinados conhecimentos, habilidades e atitudes informacionais compõem a competência em informação e são primordiais para viver na sociedade da informação. Segundo Mata (2009) esses são processos que envolvem o universo informacional e tais processos são constituídos pela identificação das necessidades informacionais, pela busca, pela avaliação de fontes de informação disponíveis em meio eletrônico, pela análise e uso da informação, bem como pela capacidade de aprender a apreender.
Possuir esta habilidade é como ter uma jóia valiosa, ainda mais se tratando de bibliotecários, pois são profissionais da informação capacitados a usar diversas tecnologias para atingir um objetivo por meio da informação transformada em conhecimento.

Fonte: Carvalho (2012)

Referência

CARVALHO, Juliana Maria. Literacidade, conhecimento sistêmico e novos desafios da globalização, internet e literatura. Educação Pública, mar. 2012. Disponível em: <http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/tecnologia/0045.html>. Acesso em: 24 out. 2014.

MATA, Marta Leandro da. A competência informacional de graduandos de Biblioteconomia da região sudeste: um enfoque nos processos de busca e uso ético da informação. 2009. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação). UNESP, Marília. Disponível em: < http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/mata_ml_me_mar.pdf>. Acesso em: 10 set. 2014.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

OBRAS RARAS E ESPECIAIS DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UEL

Izabel Maria de Aguiar
Bibliotecária do Sistema de Bibliotecas da UEL

As obras raras requerem um cuidado especial, destacado, em virtude da dificuldade na aquisição dos exemplares e do seu alto valor histórico e monetário, merecendo um cuidado ímpar quanto à segurança do local onde estão armazenadas.
O livro raro é “assim designado por ser detentor de alguma particularidade especial (conteúdo, papel, ilustrações), ou por já serem conhecidos poucos exemplares”. (FARIA apud SANT’ANA, 2001). Ou seja, para uma obra ser considerada rara, não precisa ser antiga; é preciso ser única, inédita, possuir uma encadernação de luxo, pertencer a alguma edição especial, ter o autógrafo e/ou dedicatória de alguém renomado, notável, entre outros critérios.
O Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Londrina (SB/UEL) possui um acervo considerado especial, com aproximadamente 900 obras do século XIX, e essas obras especiais encontram-se armazenadas no Acervo de Periódicos da Biblioteca Central, dentro de um armário de madeira com portas deslizantes de vidro. Em 1999, sob a coordenação de uma docente do Departamento de Ciência da Informação do CECA/UEL, e supervisão de bibliotecários da Divisão de Circulação, quatro estagiárias do curso de Biblioteconomia separaram as obras por ano e transcreveram em fichas os principais dados das mesmas. Alguns critérios de raridade foram estabelecidos na ocasião, oportunidade em que se detectou que a obra mais antiga do acervo data de 1808. Todas essas obras passaram por processo de desinfecção, trabalho esse realizado por dois técnicos em conservação de documentos da Biblioteca Central.
No ano de 2011, foi constituída uma Comissão, para dar andamento ao trabalho iniciado anteriormente pelas estagiárias. Essa Comissão, coordenada pela responsável pela Divisão de Circulação, contou com bibliotecários, técnicos administrativos e uma docente do Departamento de Ciência da Informação da UEL.
A Comissão de Obras Raras teve como propósito rever e definir os critérios para identificação das obras raras e especiais e pesquisar métodos de organização e preservação. Tais estudos conduziriam a uma Política de Organização e Preservação das Obras Raras e Especiais do Sistema de Bibliotecas da UEL. Outra proposta importante após a organização desse acervo especial, é cooperar com o Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras (PLANOR) da Biblioteca Nacional – Rio de Janeiro, que tem como principal objetivo identificar, coletar, reunir e disseminar informações sobre acervos raros existentes no Brasil.


Atualmente, no catálogo do PLANOR, constam 9 títulos do acervo do Sistema de Bibliotecas da UEL, que podem ser visualizados no endereço: 

http://planor.bn.br/scripts/odwp032k.dll?t=bs&pr=planor_pr&db=planor&use=bib&disp=list&ss=NEW&arg=universidade|estadual|de|londrina.|biblioteca|central


Referências
SANT’ANA, Rizio Bruno. Como definir obras raras: critérios da Biblioteca Mário de Andrade. Revista da Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo, v. 54, p. 231-253, jan./dez. 1996.
______. Critérios para definição de obras raras. 2001. Disponível em:<www.fe.unicamp.br/revistas/ged/etd/article/download/1886/1727>. Acesso em: 7 jul. 2014.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A BIBLIOTECA TAMBÉM É HIPER! – ENJOY!

Heloá Oliveira[1]

Hipertexto, hiperlink, hipermercado... no dia a dia são cada vez mais hipers que encontramos pelas ruas e pela internet... o mundo passa a elevar tudo ao superlativo. Cunhou-se, até mesmo, o termo hipermodernidade, por Lipovetsky, que diz que este é o termo adequado para uma “sociedade liberal, caracterizada pelo movimento, pela fluidez, pela flexibilidade” (LIPOVETSKY, 2004, p. 26).
A biblioteca, então, passou a se ver imersa nessa fluidez do mundo, e hoje não se faz ausente mas, pelo contrário, busca estar cada vez mais dispersa nos ambientes e nos serviços que pode oferecer.
E como você, usuário, pode aproveitar? Uma das maneiras é fazer o que está fazendo agora. Usufruir dos novos serviços que ela propõe.
Agora a biblioteca não se prende mais às barreiras físicas, mas atende seu público a partir de todos os suportes possíveis. Telefone, e-mail, blog, site... a lista vai crescendo e o desejo de adentrar ao ambiente de cada leitor também. Hoje os leitores são convidados a nos ajudar nesse relacionamento construtivo para que a biblioteca seja realmente um lugar sem fronteiras, onde se poderá ver imerso num mundo de possibilidades.
O triste é que muitas pessoas ainda não perceberam isso, e prendem-se ao antigo conceito da biblioteca como “lugar de guardar livros”. Esperamos que lendo esse texto você leitor nos ajude nessa nova etapa superlativa. Participe! Explore! Indique! Publique! Curta! – Enfim, enjoy!

Referência
LIPOVETSKY, G. Tempo contra tempo, ou a sociedade hipermoderna. In: LIPOVETSKY, G.; CHARLES, S. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Barcelona, 2004. p.49-103.

Quer conhecer melhor a teoria da hipermodernidade? Aproveite e consulte um dos exemplares no Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Londrina.
  • 5 exemplares disponíveis na Biblioteca Setorial de Ciências Humanas/UEL
Número de chamada
1(44) L764t
Publicação
São Paulo: Barcarolla, 2004.
Descrição física
129 p.


[1] Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Estadual de Londrina - UEL. Mestranda em Ciência da Informação na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Unesp de Marília. Bolsista Capes. E-mail: heloaoliveira.biblio@gmail.com

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Gerenciando as Estatísticas do Blog do Sistema de Bibliotecas da UEL

Maria Aparecida dos Santos Letrari
Bibliotecária - Diretora do Sistema de Bibliotecas

Os dados mostrados no Blogger permitem realizar as análises básicas necessárias para o gerenciamento. Para que se possa conhecer melhor a sua audiência, e as informações sobre os seus visitantes, podem ser utilizadas as estatísticas que são mostradas praticamente em tempo real e são registradas automaticamente. Isso quer dizer que as visitas são computadas no exato momento em que elas ocorrem. O Blog do Sistema de Bibliotecas, desde sua criação em 2011, registrou até o momento um total de 25.363 visualizações com 88 postagens. Abaixo, o resumo das informações de acesso realizado no dia 5 de setembro de 2014.


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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O Contexto Tradicional e o Contexto Digital da Recuperação da Informação nas Bibliotecas

Angela Maria Dalla Torre
Bibliotecária
Biblioteca Setorial da COU - SB/UEL

Nos dias atuais fica praticamente impossível não estabelecer parâmetros entre os meios de comunicação impressos (livros, revistas, jornais, etc.) com os eletrônicos (Internet, e-books, e-mails, chat, etc.) como meios de disponibilização de acesso à informações. Os meios de comunicação impressos enfrentam atualmente uma grande concorrência com os meios digitais. A tecnologia digital vem sendo cada vez mais utilizada por bibliotecas, sejam elas universitárias, públicas ou municipais, mas também por centros de documentação, arquivos e outros ambientes de comunicação e informação. De acordo com Alvarenga (2001)

O advento do mundo digital ocasionou, entretanto, novas mudanças no trabalho de autores e bibliotecários, fazendo com que estes, de repente, envolvessem-se com novas possibilidades tecnológicas, diretamente incidentes nos processos de produção, armazenagem, tratamento e recuperação de documentos e informações, alterando de forma radical seus processos de trabalho e produtos finais.

Cada vez mais os periódicos científicos estão disponibilizando seus artigos on-line e os livros sendo publicados em forma de e-books. Conforme Araújo, Galdo e Artigo (2008)

Os livros e trabalhos técnicos sofrem diretamente o impacto dos avanços das tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Pois com a tecnologia digital cada vez mais convergente e com a sociedade cada vez mais adepta a dispositivos digitais em substituição do conhecimento no formato impresso resulta em uma pressão para a indústria tradicional da informação e de sua cadeia de distribuição.

No contexto tradicional o principal aspecto do tratamento da informação é de facilitar o acesso à informação aos usuários de uma determinada biblioteca. No contexto digital o que tem causado grande diferencial são as Tecnologias da Comunicação e Informação (TICs) que são recursos que os profissionais da informação fazem uso em grande proporção para enfrentar as mudanças ocorridas.
A sociedade está praticamente inserida no convívio com as novas tecnologias. Dias (2001) define contexto digital como “um meio de facilitar o acesso a coleções que já existiam há muito tempo, com variada dificuldade de acesso, mas cujas eventuais facilidades providenciadas em nada poderiam se comparar às facilidades que a Internet pode propiciar”.
As TICs têm causado grandes transformações que estão ocorrendo em todos os lugares e em todos os setores, de uma maneira ágil e muito rápida, tanto na produção de comunicação quanto de conhecimentos. “As tecnologias informacionais podem aumentar a autonomia dos indivíduos e multiplicar suas capacidades cognitivas, como por exemplo, a extensão da memória em longo prazo e a leitura individualizada de hipertextos” (LIMA, 2002, p.87).
É inegável que o ambiente digital se tornou uma realidade e veio pra ficar. Também está claro que, para uma parcela da população, ainda há dificuldades em ter acesso às novas tecnologias e que é preciso um empenho maior por parte do governo federal, estadual e municipal para reduzi-las, dando condições às bibliotecas, sejam elas universitárias, públicas, especializadas, escolares, e outras unidades de informação, condições de atuarem com toda tecnologia possível.

Referências
ALVARENGA, Lídia. A teoria do conceito revisitada em conexão com ontologias e metadados no contexto das bibliotecas tradicionais e digitais. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, v. 2, n. 6, dez. 2001.
Disponível em:<http://dgz.org.br/dez01/Art_05.htm>. Acesso em: 15 mar. 2014. 
ARAÚJO, Thiago Souza;GALDO, Alessandra; ARDIGO, Julíbio David. Conteúdos digitais de livros na sociedade do conhecimento. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, v. 9, n. 5, out. 2008.
Disponível em:<http://www.dgz.org.br/out08/Art_05.htm>. Acesso em: 15 mar. 2014. 
DIAS, Eduardo Wense. Contexto digital e tratamento da informação. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, v.2, n.5,out. 2001. 
Disponível em: <http://www8.fgv.br/bibliodata/geral/docs/contextodigital.pdf>. Acesso em: 15. Mar. 2014.
LIMA, Gercina Angela Borém de O.; PINTO, Liliam Pacheco; LAIA, Marconi Martins de. Tecnologia da informação na sociedade. Informação & Informação, Londrina, v.7, n.2, p.75-94, jul./dez. 2002. Disponível em:<http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/1699/1450>. Acesso em: 15 mar. 2014.