Páginas

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Confira os trabalhos dos bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UEL que foram aprovados para serem apresentados no XVII SNBU

Postado por
Eliane M. S. Jovanovich
Bibliotecária da BSEAAJ

O Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU) tem o intuito de possibilitar um maior entrosamento entre bibliotecários, profissionais e pesquisadores que vivenciam e atuam em bibliotecas universitárias.

Neste ano, o SNBU está na sua 17ª edição e acontecerá nos dias 16 a 21 de setembro de 2012, na cidade de Gramado, Rio Grande do Sul, com o tema “A Biblioteca Universitária como Laboratório na Sociedade da Informação”. A organização do evento ficará por conta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em conjunto com a Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU).

De acordo com a Comissão Organizadora, o XVII SNBU tem como objetivo refletir sobre a biblioteca universitária como laboratório de ensino, direcionado para o desenvolvimento de competências informacionais e de pesquisas, proporcionando o acesso às informações imprescindíveis para a formação do profissional bibliotecário e, simultaneamente, propiciando o avanço do conhecimento técnico e científico.

O SNBU procura diversificar seu conteúdo programático, oferecendo minicursos, oficinas, palestras nas mais diversas áreas relacionadas com a Ciência da Informação, além das reuniões técnicas, como o II Encontro SNBU & Escolas de Biblioteconomia e a Reunião CBBU: projetos cooperativos e a nova Biblioteca Universitária.

Os trabalhos aprovados para serem apresentados durante o evento foram publicados recentemente no site do SNBU. Abaixo estão os trabalhos aprovados dos bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Londrina (UEL) por data de apresentação:


Autores

Maria Elisabete Catarino – BC

Márcia Marques da Silva Carvalho – BSCOU
Neide Maria Jardinette Zaninelli - Divisão de Referência/BC
Título
POLÍTICA PARA A MANUTENÇÃO DE CONTEÚDOS NAS REDES SOCIAIS E NO PORTAL DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UEL
Apresentação
19/09/2012 14:21 – Sala Monet
­­
Autores
Geneviane Duarte Dias – Divisão de Formação e Desenv. de Coleções/BC
Ilza Almeida de Andrade – Divisão de Circulação/BC
Título
A GESTÃO DA INFORMAÇÃO COM FOCO NA TOMADA DE DECISÃO EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO
Apresentação
19/09/2012 15:01 – Sala Di Cavalcanti

 

Autores
Eliane M. S. Jovanovich - BSEAAJ
Angela Maria Dalla Torre - BSEAAJ
Título
O MARKETING E AS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO (TICS): UMA UNIÃO ESTÁVEL DE SUCESSO NA BIBLIOTECA SETORIAL DO ESCRITÓRIO DE APLICAÇÃO DE ASSUNTOS JURÍDICOS (BSEAAJ) DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA (UEL)
Apresentação
19/09/2012 15:01 – Sala Michelangelo

Autores
Maria Aparecida dos Santos Letrari – Divisão de Referência/BC
Natali Silvana Zwaretch - Divisão de Referência/BC
Neide Maria Jardinette Zaninelli - Divisão de Referência/BC
Título
ATENDIMENTO ONLINE POR MEIO DO CHAT: UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA 2.0 DA BIBLIOTECA CENTRAL DA UEL
Apresentação
20/09/2012 15:01 – Sala Ticiano

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Biblioteca da Clínica Odontológica Universitária – BS/COU finaliza automação da coleção de periódicos


Postado por 
Marcia Marques da Silva Carvalho 
Bibliotecária da BS/COU

      No início de 2010, a direção do Sistema de Bibliotecas da UEL (SB/UEL) instituiu, o “Grupo de Trabalho: implantação/atualização do Módulo de Periódicos do Sistema Automatizado VIRTUA do Sistema de Bibliotecas da UEL”, com a finalidade de multiplicar os conhecimentos, agilizar e garantir a implantação/atualização do Módulo de Periódicos do Sistema Virtua, nas cinco bibliotecas que compõem o SB/UEL. Após o treinamento, em setembro do mesmo ano, a equipe da Biblioteca Setorial da Clínica Odontológica Universitária (BS/COU) iniciou os trabalhos para inserção da sua coleção a qual é composta por 236 títulos e 13.303 fascículos
        O trabalho foi desenvolvido por Dayse Bulgarelli (Técnico em Biblioteca); Viviane Faria Machado (Estagiária da PROGRAD) e Nelza Maria de Souza (Estagiária da PROEX), sob a supervisão de Marcia Marques da Silva Carvalho (Bibliotecária Encarregada pela BS/COU), e sob a coordenação de Ivana de Fátima Lioti (Bibliotecária responsável pela Seção de Periódicos do SB/UEL). As atividades foram desenvolvidas de acordo com a seguinte rotina:
Ø  Separar os fascículos a serem atualizados;
Ø Analisar o estado físico separando e fazendo os devidos reparos dos que necessitavam;
Ø  Ordenar os fascículos em ordem cronológica crescente;
Ø Afixar os códigos de barra na capa dos fascículos protegendo-os com contact;
Ø Acessar o título correspondente no Virtua, fazendo as correções nos campos de itens padronizando a descrição da coleção;
Ø  Proceder à leitura do código de barras de cada fascículo.

                    A conclusão desse trabalho em junho/2012 marca uma nova etapa nos  serviços prestados pela biblioteca, pois agilizou sobremaneira o acesso à coleção e aos procedimentos de empréstimo/renovação do material

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

40 anos da Biblioteca Central da UEL

                      Em 2012 comemoramos os 40 anos da Biblioteca Central da UEL. Neste sentido o Jornal de Londrina publicou em dia, mes e ano, uma matéria alusiva, veja trecho a seguir, e a matéria completa em:
http://www.jornaldelondrina.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1285929&tit=Quarentona.

sábado, 11 de agosto de 2012

11 de Agosto, Dia do Advogado!


Postado por
Eliane M. S. Jovanovich e
Angela Maria Dalla Torre
Bibliotecárias da BSEAAJ/UEL 

São os homens e não as leis que precisam mudar.
Quando os homens forem bons, melhores serão as leis.
Quando os homens forem sábios, 
as leis por desnecessárias, deixarão de existir.
Mas isto, será possível somente,
quando as leis estiverem escritas 
e atuantes no coração de cada um de nós.

                      Em uma área que que vive em constante transformação como o Direito, é preciso estar constantemente renovando-se profissionalmente, pois a advocacia exige muito do pensamento e que o ADVOGADO esteja sempre atualizado, ou seja, estar estudando sempre.
O ADVOGADO é um eterno batalhador, inicia sua batalha na graduação, posteriormente a aprovação pela Ordem dos Advogados o Brasil - OAB , que reprova cada vez mais candidatos por ano, com provas cada vez mais complexas como se fosse um concurso público, e continua por toda sua carreira que é feita de disputas e batalhas judiciais em defesa dos cidadãos.
O ADVOGADO é um defensor dos interesses de seus clientes,  sendo uma peça fundamental para que a justiça seja administrada e assegurada a todos.
Um ADVOGADO deve ter paixão pela leitura, uma memória exímia, capacidade de reflexão, uma excelente argumentação, ter domínio da língua portuguesa formalmente, ser comunicativo, expansivo e ter uma ótima habilidade emnegociação. TROMBIM (2006, p.1)  descreve muito bem em seu texto o que é ser ADVOGADO.

Ser Advogado é olhar no espelho de manhã e enxergar o outro. Aquele ser exatamente igual a você, que sofre pela falta de liberdade, moradia, afeto, trabalho, educação e respeito.  É acreditar na função social do direito como prática transformadora. É nunca perder a fé na humanidade.
Márcio Barbosa Zerneri - Diretor do EAAJ/UEL

Advocacia ou Docência?
Advoguei durante alguns anos e, ao mesmo tempo, acalentei o sonho de ser professora na Universidade Estadual de Londrina. Hoje, com dedicação exclusiva ao Magistério Superior não advogo mais. Contudo, antes da docência existe a advocacia que me permitiu alcançar o sonho de ser professora e o que me emociona e gratifica é o dia-a-dia, é o contato com os alunos, a alegria de viver contagiante e a possibilidade de ser para eles um bom exemplo. Então, quero continuar o caminho que escolhi e compartilhar o conhecimento, ver o crescimento dos alunos com quem convivo diariamente, como pessoas e profissionais de bem, percebê-los um exemplo para mim também e, sempre, continuar tentando a aprender a me tornar um ser humano melhor.
Ana Claudia Duarte Pinheiro – Coord. de Colegiado do Curso de Direito/UEL

Ser advogado é muito mais do que uma simples profissão, ser uma advogado consiste no exercício da profissão para obter os recursos econômicos necessários às atividades vitais pessoais e da família, mas acima de tudo o exercício da advocacia consiste num estado de espírito, a atividade toca a alma do advogado, que mesmo defendendo uma pessoa física ou jurídica que tenha cometido um ilícito, as vezes gravíssimo, deve empenhar-se para obtenção do sucesso almejado. Deve agir com ética, com honestidade em relação aos seus clientes e aos colegas.
Antonio Carlos Lovato – Docente do Curso de Direito da UEL

Ser advogado é ser como o bom samaritano que, com espírito altruista não vê qualquer impedimento, deixa de lado todo preconceito, e luta pelo Direito para ajudar ao seu selhante nos momentos de maior adversidade.
Adimas André Biguinati – Aluno do 5º ano do Curso de Direito da UEL.

Independente dos resultados das causas que defendem, os ADVOGADOS estão sempre protegendo e defendendo seus clientes e devem se sentir orgulhosos de uma profissão que exercem em favor da justiça e da paz social.  Uma pergunta fica no ar: Para você, o que é ser ADVOGADO?

PARABÉNS PELO SEU DIA!

sábado, 4 de agosto de 2012

A cooperação no Desenvolvimento de Coleções


                                                                                                postado por 
                                                                       Ivone Guerreiro Di Chiara
                                                 Profª do Depto de Ciência da Informação

             A cooperação no desenvolvimento de coleções sempre foi um assunto muito discutido nos congressos de biblioteconomia brasileiros e, por muito tempo, o relato de experiências desastrosas causava uma frustração muito grande entre os profissionais que acreditavam estar na cooperação a saída para enfrentar os frequentes cortes orçamentários destinados a aquisição de coleções físicas nos diferentes tipos de bibliotecas. As causas apontadas para esses fracassos eram as mais diversas,  desde a incapacidade financeira dos participantes dos planos cooperativos para arcar com suas responsabilidades até a extensão territorial do país e limitações do sistema de comunicação.
             Uma vez até ouvi de um renomado especialista da área que a provável causa desses fracassos estava relacionada ao discurso de posse dos bibliotecários que consideravam as coleções  físicas adquiridas de forma cooperativa como suas e  rejeitavam na prática o ato de dividi-las  com outras bibliotecas em detrimento do atendimento aos próprios usuários.
          Com o avanço da tecnologia e a crescente produção e disseminação de coleções online, esse discurso de posse se esvaziou. A coleção online não pertence a ninguém, todos os autorizados podem acessá-las e esse foi, na minha opinião, uma dos maiores benefícios trazidos pelo desenvolvimento das tic’s (tecnologias de informação e comunicação) ao desenvolvimento de coleções.
          Esse avanço não beneficiou apenas a cooperação enquanto um processo de aquisição, beneficiou diretamente os próprios usuários que não dependem mais do empréstimo bibliotecário e até do próprio deslocamento a unidade de informação para acessar a informação quando esta existe em formato online. Hoje eles dependem apenas de uma infraestrutura mínima em termos de hardware e software para acessar e-books, periódicos, diretórios digitais e outras fontes de informação desde que a instituição ou empresa a que pertencem tenham licença para acesso.
         Mas, apesar das previsões com relação aos formatos dos acervos, continuamos convivendo com materiais físicos e online, ou seja, com coleções híbridas e o compartilhamento de acervos físicos enfrentou no passado, enfrenta hoje e enfrentará no futuro as dificuldades já conhecidas porque o acesso ocorre após a posse do material .
         Contudo, observamos que os fornecedores tradicionais de materiais de informação tem se transformado em grandes conglomerados que oferecem acesso a materiais eletrônicos permitindo em muitos casos a obtenção de fotocópias dos artigos de periódicos solicitados 
pelos usuários, o que sugere um uso mais racional da informação, principalmente quando isso ocorre de forma compartilhada, incluindo várias instituições que não tem a posse física do material, mas tem o acesso assegurado.